segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Ah!!! q saudade!!!
eu tinha 2 anos nessa foto, foi exatamente há 18 anos atrás!!!
Foi um momento especial pra mim! Eu disse pra Jesus q queria ter uma vida com Ele, e desde então foi uma viajem sem volta! ontem, hoje e sempre quero estar grudada nEle! Ele é simplesmente o Cara!! Amo ele mto! E Ele me ama mto mais!
Jesus!
vc é dmais!
eu t amo mto!
se náo fosse vc na minha vida, sei lá o q eu seria hj!
Tantas conversas, tantos choros, tantos risos, tantas refeiçoes, ensaios, estudos, caminhadas, leituras, tanta convivência!! Ainda bem q vc nunca me abandonou! Ia sentir dmais tua falta!

domingo, 23 de dezembro de 2007

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

"As pessoas são tão belas quanto um
pôr-do-sol quando as deixamos ser.

De fato, talvez possamos apreciar um
pôr-do-sol justamente pelo fato de não
o podermos controlar.

Quando aprecio um pôr-do-sol não me
ponho a dizer: Diminua um pouco o
tom de laranja no canto direito, ponha
um pouco mais de vermelho púrpura
na base e use um pouco mais de rosa
naquela nuvem.

Não faço isso. Não tento controlar
um pôr-do-sol. Olho com admiração
a sua evolução".
Carl Rogers

Só para reflexão...

“O evangelho dos evangélicos é uma mistura de catolicismo medieval, religiosidade afro e protestantismo fundamentalista. Está baseado em conceito de justiça retributiva, feitiçaria e magia, dogmas e moralismos. Bem distante do caminho de Jesus”
Ed René

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007


Por do Sol


num horizonte infinito, na paisagem esculpida pela natureza
uma pincelada de luzes e cores estupendas faz o movimento criar vida
em brandos e calmos sicios,
o reflexo de um espelho faz refletir a contemplação
Num instante a obra se acaba, dando um belo final feliz,
tendo estampada a esperança de um próximo por do sol.
Num instante a obra se acaba, dando um belo final feliz,
tendo estampada a esperança de um próximo por do sol

sábado, 15 de dezembro de 2007

Eclesiastes 12

(uma pequena homenagem ao meu querido primo, artista de mão cheia, Sam)


LEMBRA-TE também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;
Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;
No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;
E as portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as filhas da música se abaterem.
Como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;
Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço,
E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.
Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade.
E, quanto mais sábio foi o pregador, tanto mais ensinou ao povo sabedoria; e atentando, e esquadrinhando, compôs muitos provérbios.
Procurou o pregador achar palavras agradáveis; e escreveu-as com retidão, palavras de verdade.
As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos, bem fixados pelos mestres das assembléias, que nos foram dadas pelo único Pastor.
E, demais disto, filho meu, atenta: não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne.
De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem.
Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Mongólia...


Terra tão distante, mas tão parecida,

Esboça em sua paisagem um gigantesco silêncio

Silêncio este que expressa olhares esperançosos.


Alguns esperam, alguns lutam, alguns sofrem,

outros se preparam, outros creem,

outros oram, aqueles vão, estes contribuem.


Onde sempre houve terra árida, frio intenso e desertos,

presencia-se uma pequena flor brotando no meio do nada.

A bola rola, e algumas crianças já conseguem se alimentar e sorrir.


Saudade dos que foram, indecisão daquilo que ficou destes,

Lembranças, retratos, conversas, momentos,

e constrói-se castelos em solos rejeitados há 400 anos,

finalmente alguns profetas se levantam para limpar o estrago de outros.

É revoltante e merecedor de indignação pensar que a acepção de pessoas chegou a esse ponto!


Maldições estão sendo quebradas,

E eis que um novo rio de vida, de cores, de alegria faz-se surgir.

Realidades sendo mudadas,

Em processo de renovo, de marco histórico, de um futuro já presente.
Karin Stahlke