terça-feira, 27 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Exaustão ao extremo.
Revivendo calos, que tão retornando com tanto vigor quanto gostaria de ter.
coração pesado.
e nessa névoa toda, tem que trabalhar
tem que balutar, tem que tar inteiro.
tem que ser falso consigo mesmo e com o mundo.
nem mesmo o coração quer se expressar.
Tá escondidinho no seu cantinho, encurralado pela vida.
como queria contemplar uma tempestade agora!
daquelas escuras, do vento que assovia o trovão!
só pra ter a sensação de quebrar a rotina que me mata
que me consome, que suga o que tenho de precioso e vivo ainda.
Uma tempestade que renova o ar, que gera novas sinapses.
Por mais que a gravidade queira que eu olhe pra baixo,
meu pescoço berra pra olhar pra cima.
faz um esforço brutal para continuar tendo esperança.
carregar a família nas costas, em nome do amor, não é fácil!
não é o mais confortável, não é o que me gera maior alegria,
não é o que me faria egoisticamente feliz.
calabouço sem fim, cadeados, correntes, corredores.
cansei dessa vida! num guento mais!
vontade de revolta, vontade de vingança...
e dentro de mim ainda existe esperança.
Ainda acredito que vou deixar de ser lagarta
ainda acredito na vida, mesmo que curta,
de uma borboleta, livre, leve e solta
sobre a brisa do campo de margaridas.
sim, voando, livre, leve e solta.
Revivendo calos, que tão retornando com tanto vigor quanto gostaria de ter.
coração pesado.
e nessa névoa toda, tem que trabalhar
tem que balutar, tem que tar inteiro.
tem que ser falso consigo mesmo e com o mundo.
nem mesmo o coração quer se expressar.
Tá escondidinho no seu cantinho, encurralado pela vida.
como queria contemplar uma tempestade agora!
daquelas escuras, do vento que assovia o trovão!
só pra ter a sensação de quebrar a rotina que me mata
que me consome, que suga o que tenho de precioso e vivo ainda.
Uma tempestade que renova o ar, que gera novas sinapses.
Por mais que a gravidade queira que eu olhe pra baixo,
meu pescoço berra pra olhar pra cima.
faz um esforço brutal para continuar tendo esperança.
carregar a família nas costas, em nome do amor, não é fácil!
não é o mais confortável, não é o que me gera maior alegria,
não é o que me faria egoisticamente feliz.
calabouço sem fim, cadeados, correntes, corredores.
cansei dessa vida! num guento mais!
vontade de revolta, vontade de vingança...
e dentro de mim ainda existe esperança.
Ainda acredito que vou deixar de ser lagarta
ainda acredito na vida, mesmo que curta,
de uma borboleta, livre, leve e solta
sobre a brisa do campo de margaridas.
sim, voando, livre, leve e solta.
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

"Se as crenças constroem para manter e fortalecer os ideais do narcisismo fálico, por outro lado a fé envolve um processo de esvaziamento e desprendimento parcial desses ideias. Não se trata de um processo de destruiçpão completa, mas de uma transformação que envolve mutilação simbólica (como na circuncisão) e relativização dos poderes para 'abrir-se para a alteridade'". Elisa Maria de Ulhôa Cintra, 2004.
meu! se eu tivesse descoberto esse texto em outro momento da minha vida, ele não faria tanto sentido quanto tem feito hoje!!
A autora do artigo "A questão da crença versus a questão da fé: articulações com a Verleugnung freudiana" (The issue of creed versus the issue of faith: articulations with Freudian Verleugnung) é psicanalista, professora do curso de especialização em Teoria Psicanalítica do Cogeae PUC-SP e da Faculdade de Psicologia da PUC-SP, doutora em psicologia clínica pela PUC-SP. Elisa entrelaça no mesmo de uma forma abismaticamente admirável uma profunda pesquisa bibliográfica, incluindo nesta conceitos arcaicos, com observações exímias de aspectos psíquicos inseridos no contexto maturacional no qual nós, adolescentes em constante amadurecimento, vivenciamos em nossos estudos universitários, bem como nas finalizações de estudos de segundo grau. Fantástica, absolutamente admirável, digna de exuberante aspiração! amei!!
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sábado, 29 de agosto de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
O Senhor cumprirá o seu propósito para comigo! Teu amor, Senhor, permanece para sempre; não abandones as obras das tuas mãos!
Salmo 138:8
Salmo 138:8
domingo, 12 de julho de 2009
conclusões de hj...
"Tenho os melhores amigos do mundo" by Thi...
e
"Deus é simples" - by qquer cristão q conhece Ele.
e
"Deus é simples" - by qquer cristão q conhece Ele.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
bláura...
Lisôngea Bandura
em tamanha brancura
num momento perdura
em gigante espessura.
Minh'alma procura
a cor mais escura
da minha gastura,
gigante loucura...
A dor me pendura
tamanha doçura:
amarga labura!
- gemo à cura.
De longe lonjura
as juras desjura
na nova aura:
a vida vindoura.
a vida vindoura!
a vida vondoura?
Há vida vindoura...
a vida vindoura.
em tamanha brancura
num momento perdura
em gigante espessura.
Minh'alma procura
a cor mais escura
da minha gastura,
gigante loucura...
A dor me pendura
tamanha doçura:
amarga labura!
- gemo à cura.
De longe lonjura
as juras desjura
na nova aura:
a vida vindoura.
a vida vindoura!
a vida vondoura?
Há vida vindoura...
a vida vindoura.
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sábado, 25 de abril de 2009
Adoração da Vaca...

Fica aí a crítica... para reflexão:
todos já devem ter percebido as mudanças e evoluções nas músicas das igrejas dos tempos antigos para os atuais.Poderíamos comparar ao falarmos a respeito da vaca...
antigamente era assim:
"Era uma vez uma vaca, e ela foi para o pasto, então ela caminhou, pastou, e voltou ao seu abrigo e dormiu"...
ou seja, tinha um enredo, uma história, um conteúdo contínuo.
Hoje, o que temos visto nas igrejas em nível de adoração, é o seguinte:
"Vaaaaaaaca, linda vaquinha, vaquinha lindinha, eu te amo vaaaaaaaaaca, me dá leiteeeeeee! eu quero leiteeeee!! vacaaaaaaaaaaaaaa! linda vacaaaaaaaa!!"
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tooooma
sábado, 11 de abril de 2009
reflexões
"O amor é uma estrutura que foi falsamente desestruturada através do desenvolvimento da propriedade como mediação entre as relações humanas. Só através de uma desestruturação da falsa estrutura resultante, mediante uma modificação nas relações de propriedade, o amor poderá ser reinventado". David Cooper, Gramática da Vida, p. 145-146.
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